Como ouvir Web Rádio Louvor Line Automaticmente ? Você deve dar permissão

29/04/2020

Mogi Guaçu 11 de Maio de 2020

Muitas pessoas perguntam como ouvir a Web Rádio Louvor Line automaticamente?

Esse procedimento simples é feito 1 só vez.

Sabemos Google chome ele bloqueia o streaming de áudio por ser a sua atualização.

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1 passo 

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Agora toda vez você abrir á rádio ouvirá automaticamente não vai precisar mais clicar no play da rádio.

Empresa é parcialmente consumida por fogo no Distrito Industrial

29/04/2020

Bombeiros de Mogi Guaçu foram acionados no distrito industrial Mogi Guaçu que fica às margens da Rodovia SP-340 em frente à empresa Mahle na tentativa de apagar um incêndio de grandes proporções em uma empresa chamada TGA.

O fogo começou por volta das 15h30 e só foi controlado por volta das 19h40, mas os Bombeiros só deverão acabar com todos os focos do incêndio no final da madrugada.

A GCM esteve no local e apoiou os trabalhos dos Bombeiros. Ainda participaram no combate ao incêndio brigadas de incêndio de empresas vizinhas, da Prefeitura e RENOVIAS.

Segundo apurado pelo GCM Camargo da Equipe de ROMU de Mogi Guaçu, o incêndio teve inicio em produtos químicos que são resídios recolhidos de outras empresas para reciclagem e que entraram em auto combustão. A Perícia foi acionada e as causas do acidente serão investigadas.

No dia 10 de maio de 2019 a empresa já havia sofrido um grande acidente, felizmente, nas duas ocasiões, ninguém ficou ferido.

Bolsonaro diz que Moro propôs aceitar demissão de diretor da PF

24/04/2020

O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento no final da tarde desta sexta-feira (24) no qual afirmou que o ex-ministro da Justiça e Segurança Sergio Moro disse a ele que aceitaria a substituição do diretor-geral da Polícia Federal, mas somente em novembro, depois que fosse indicado para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal.

Mais cedo, nesta sexta, Sergio Moro anunciou demissão do cargo porque, segundo o ex-ministro, Bolsonaro tentou interferir politicamente na Polícia Federal ao decidir demitir o diretor-geral da Polícia Federal, Mauricio Valeixo. Moro não aceitou.

Resumo

No pronunciamento, em resposta à manifestação de Sergio Moro pela manhã, Bolsonaro afirmou que:

  • Sergio Moro condicionou a substituição de Mauricio Valeixo à indicação dele, Moro, para ministro do STF; após o pronunciamento do presidente, Moro contestou essa afirmação;
  • não tem de pedir autorização a ninguém para trocar algum ocupante de cargo no Poder Executivo;
  • pedia a Moro, mas nunca obteve, um relatório diário das atividades da PF para poder tomar decisões de governo;
  • durante a gestão de Moro, a PF estava mais preocupada em investigar o assassinato da vereadora Marielle Franco, do Rio de Janeiro, que o atentado sofrido por ele durante a campanha eleitoral;
  • pediu à Polícia Federal para investigar o porteiro do condomínio onde mora, no Rio de Janeiro, que disse ter falado por interfone com "seu Jair" antes de autorizar a entrada no local de um dos acusados do assassinato de Marielle Franco; de acordo com laudo da Polícia Civil, a pessoa que autorizou a entrada foi o policial reformado Ronnie Lessa, morador no mesmo condomínio;
  • se Moro queria ter independência e autoridade deveria se candidatar.
  • STF

    Sobre a suposta proposição de Sergio Moro, de aceitar a demissão de Mauricio Valeixo, mas somente em novembro
    "Mais de uma vez, o senhor Sergio Moro disse para mim: 'Você pode trocar o Valeixo sim, mas em novembro, depois que o senhor me indicar para o Supremo Tribunal Federal'. Me desculpe, mas, não é por aí”, declarou Bolsonaro.
    A partir de novembro, com a aposentadoria do ministro Celso de Mello, o presidente da República terá de indicar um novo ministro para o tribunal.
    Após o pronunciamento de Bolsonaro, Moro escreveu em uma rede social: "A permanência do Diretor Geral da PF, Maurício Valeixo, nunca foi utilizada como moeda de troca para minha nomeação para o STF. Aliás, se fosse esse o meu objetivo, teria concordado ontem com a substituição do Diretor Geral da PF".

    Exoneração 'a pedido'

    Pela manhã, Moro disse ter sido surpreendido com a publicação no "Diário Oficial da União" da demissão de Mauricio Valeixo. A publicação era assinada por Bolsonaro e por Moro.
    "Eu não assinei esse decreto, em nenhum momento isso foi trazido, em nenhum momento o diretor da Polícia Federal fez um pedido formal de exoneração", afirmou o ex-ministro.
    No início da noite, o decreto com a exoneração de Valeixo foi republicado pelo "Diário Oficial" sem o nome de Moro.
    Bolsonaro afirmou no pronunciamento que Valeixo estava "cansado" e que comunicou Moro, na manhã de quinta-feira, que seria publicada a exoneração do diretor-geral da PF "a pedido".
    "Eu falei que amanhã, dia de hoje, o 'Diário Oficial da União' publicaria a exoneração do senhor Valeixo, e pelo que tudo indicava, a exoneração a pedido", disse Bolsonaro.
    Segundo o presidente, Moro relutou. Bolsonaro disse ter sugerido que eles conversassem sobre um outro nome para comandar a PF.
    "Bem, ele relutou, o senhor Sergio Moro, e falou: 'Mas o nome tem que ser o meu'. Eu falei: 'Vamos conversar. Por que que tem que ser o seu, e não o meu?' Ou então vamos pegar, já que não vai ter interferência política, técnica ou humana, pegar os que têm condições e fazer um sorteio. Por que tem que ser o dele, e não possivelmente o meu? Ou um de consenso entre nós dois?", indagou Bolsonaro.
    Bolsonaro disse ter conversado na noite de quinta (23) com Maurício Valeixo por telefone, ocasião em que, segundo ele, foi acertada a exoneração do diretor-geral da PF a pedido porque este estava se sentindo cansado.
    “A exoneração ocorreu após uma conversa minha com o ministro da Justiça, pela manhã de ontem. À noite, eu e o doutor Valeixo conversamos por telefone, e ele concordou com a exoneração a pedido. Desculpe, senhor ministro, o senhor não vai me chamar de mentiroso. Não existe uma acusação mais grave para um homem como eu, militar, cristão, ser acusado disso. Essa foi a minha conversa com o doutor Valeixo”, disse Bolsonaro.

    Crítica ao 'ego' do ex-ministro

    Para Bolsonaro, Moro tem compromisso "com o próprio ego", "consigo próprio" e "não com o Brasil".
    Antes de fazer o pronunciamento, o presidente da República afirmou em uma rede social que iria restabelecer "a verdade" na fala à imprensa.
    "Sabia que não seria fácil. Uma coisa é você admirar uma pessoa. A outra é conviver com ela, trabalhar com ela. Hoje pela manhã, por coincidência, tomando café com alguns parlamentares eu lhes disse: 'Hoje, vocês conhecerão aquela pessoa que tem compromisso consigo próprio, com seu ego e não com o Brasil'", declarou.

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